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Perguntaram-me pela amanhã quais critérios usamos para apoiar um candidato. Respondo, seu projeto de governo deve ser o principal.
Não acredito na mídia, pois tenho razões para dizer de modo claro: ora a mídia nacional age como juíza, faz suas condenações ou promove aqueles que compartilham interesses; ora a mesma mídia, com a bandeira de uma falsa liberdade de expressão, promove um processo de intervenção, visando os seus próprio interesses. Liberdade de expressão não deve ser entendida como escudo para que se cometam abusos. Ainda pelo fato de a Liberdade de Expressão ter sido uma conquista tão cara a nossa nação.
Antes de mais nada, a mídia no Brasil é um grande negócio e um dos mais rentáveis. Falamos de EMPRESAS DE COMUNICAÇÃO. Por esse motivo, usamos como critério os Projetos. Acreditamos sim em Projetos concretos, que privilegiam acima de tudo um desenvolvimento social, não em ataques ou uso dos meios de comunicação para promoção de sensacionalismos;
A mídia brasileira, desde a eleição mais podre da história, a de Fernando Collor de Mello, demosntrou não ser a forma mais confiável de se analisar um candidato. Mais recentemente, as grandes revistas e os jornais brasileiros ofuscaram, por exemplo, a MARINA SILVA no primeiro turno. Entretanto, quem opoiavam? Certamente, objetivavam o 2º turno, apenas pelo fato de se vender mais jornais, ou revistas. Isso mesmo, o objetivo de se publicarem "achismos" era o $$$$.
Assim, considero que há oito anos descobri que o país precisa de mais universidades, pois foi a própria população carente quem mudou sua realidade, no momento em que alcançou o direito de dialogar com as grandes ideias. Uma sociedade melhor se faz com debates esclarecidos e não numa escola técnica formando somente Torneiros mecânicos.
Cada profissão possui méritos inquestionáveis, mas não podemos afastar a população carente, a maioria, do conhecimento. Portanto, não acredito em pedágios, pois não gosto de pagar dezenas de vezes pela mesma obra ter a liberdade de circulação limitada de modo inconstitucional; não acredito que a economia seja mais importante que o desenvolvimento social; não acredito em um partido que hoje aparece unido, mas no primeiro turno seus quatro principais líderes mostravam claramente desprezo um pelo outro (Serra, Alckmin, Aécio e FHC); Não acredito em ataques, pois isso mostra insuficiência de argumentos.
Acredito sim: o Brasil melhorou. Não para mim, simplesmente porque almoço e janto todos os dias. Melhorou para aqueles que agora podem fazer isso, assim como eu. Enquanto um governante objetivar reduzir a miséria e a desigualdade social, ele terá o meu apoio. Por isso acredito que o melhor para o Brasil com as opções atuais é DILMA PRESIDENTE.











